Ilustração Sofia Dias
"O amor que nos faz mal é mais amargo do que qualquer solidão. Esse amor revela fraqueza e falta de respeito por nós próprios. Temos medo de não conseguir seguir em frente ou de sermos olhados por estarmos sozinhos".
"À medida que o tempo passa (e tendo vivido coisas sérias que não paixonetas mensais) parece-me cada vez mais difícil sofrer por amor. E já agora voltar a apaixonar-me.
Céptica, a Cidália? Talvez, mas não infeliz. Antes pelo contrário. Repito-me até ser ouvida: tão bom como estar apaixonado é não estar. É ser-se completo sozinho. É não ter medo do estigma de solteirão/solteirona e enfrentar o mundo com apetite. Sem fechar a porta ao fascínio, pois claro.
Céptica, a Cidália? Talvez, mas não infeliz. Antes pelo contrário. Repito-me até ser ouvida: tão bom como estar apaixonado é não estar. É ser-se completo sozinho. É não ter medo do estigma de solteirão/solteirona e enfrentar o mundo com apetite. Sem fechar a porta ao fascínio, pois claro.
in Notícias Sábado 14/07/08



